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Perciliano Do Nascimento, Tenente do Corpo de Bombeiros Militar
Perciliano Do Nascimento
Comentário · há 7 anos
Um pouco tarde, mas ainda "em tempo", visualizei esse texto. Sem modéstia alguma, considero-me um "perito" em fazer compras; de uma simples barra de chocolate até um automóvel (adquiri recentemente uma Oroch com uma propaganda imprimida da internet em mãos, que deu-me muito suador, mas citando ser propaganda enganosa, CONSEGUI o mesmo preço publicado). Recentemente deixei um carrinho lotado de mercadorias na fila do caixa (Atacadista em Jundiai,sp), porque o preço que constava no sistema eletrônico era outro. Quando desconfio de preço muito baixo, procuro confrontar os códigos de barras do produto com a etiqueta de preço na prateleira. Ao adquirir (no atacado) papel toalha por ex., comparo os preços, as qualidades do produtos e também o tamanho, porque papel toalha há de diferentes tamanhos, preços e qualidade. Como bem citou o autor do texto e, mas alguns que já postaram seus comentários, a maioria dos brasileiros ou têm vergonha ou medo, de questionar esses "escabrosos" detalhes nas mercadorias expostas a venda. Eu e minha esposa não temos. Levo sempre comigo um rascunho, uma caneta e uma calculadora. Podem rir (kkkk), mas também tenho na algibeira preços de quase tudo que consumo em minha casa. Vou citar exemplos de vinhos, que gosto: Vinho nacional orgânico De Cesare (Sul), pago 25,00, mas chega a custar mais de 100,00; Vinho do Porto Dom José, custa mais de 100,00, mas eu ainda encontro por 80,00. Acostumado a acompanhar tudo de perto, no dia a dia, percebo que até hoje (05/05/19), ainda não deram uma solução (Governos) sobre essas "enganações" das indústrias e ou dos comerciantes sobre isso. O pouco que tenho (imóveis, poupança, etc) foi conquistado com "suor e sacrifício" meu e da esposa. Não tenho conta e ou Banco na Suiça, só uma simples no Santander, portanto não dou "moleza" quando vou as compras. Tô errado, doutor Filkauskas?
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